Santoinho nasceu em 1972 pelas mãos de António Cunha, empreendedor no sector de turismo e transportes, ao sentir a necessidade de englobar num só espaço as vivências e a cultura do Minho. Desta forma, os turistas poderiam levar consigo uma experiência única das tradições gastronómicas, populares, culturais e etnográficas da região, não só como visitantes mas acima de tudo como participantes.

Ao longo de mais de 40 anos, e sempre com a originalidade que o caracteriza, Santoinho foi-se tornando uma referência turística do Minho, recebendo em todas as épocas visitantes dos quatro cantos do mundo.

Hoje, para além do espaço do arraial, Santoinho prepara-se para juntar mais atrações no seu exterior: o Museu Etnográfico (com uma coleção única de trajes) e o Museu dos Transportes (com a história dos transportes rodoviários de passageiros e exposição de viaturas antigas).

Para além da componente de animação turística, Santoinho é também hoje um importante meio divulgador da cultura minhota, através da exposição permanente de uma variada coleção de alfaias e utensílios do campo, de lagares, pias e figuras em granito, de espigueiros originários de todos os concelhos do distrito de Viana do Castelo, uma adega regional e ainda de antigas viaturas de transporte, como autocarros, automóveis, uma locomotiva do século XIX, carruagens de 1ª e de 2.ª classe do Caminho de Ferro, um coche do século XVII, carros de bois e de cavalos.

Este verdadeiro núcleo museológico poderá ser apreciado enquanto decorrem os arraiais, ou em datas fora do programa habitual mediante prévia reserva para visitas específicas.


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